CULTURA NA VERSÃO DIGITAL OU ANALÓGICA

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A cultura por definição está relacionada a cultivo: da arte, da moral, das leis, de costumes, hábitos e comportamento. Esse último alterado de forma constante.

Quem nunca passou por uma mudança de cultura. Nos anos 90 havia uma transição do mundo analógico para o digital. Usava-se telefone para falar com as pessoas, olha que antigo isso! A cultura foi mudando de tal forma que hoje, em especial as novas gerações, não suportam a ideia de falar ao telefone. Para eles tudo tem um tom transitório, prova é a febre que se tornou o Snapchat, onde o conteúdo é compartilhado por apenas alguns segundos.

Quando falamos em cultura digital, percebemos também uma mudança consistente nos modelos de negócios. A experiência com a marca tem migrado para o digital, produtos como Spotfy, Apple Music, Netflix e tantos outros tem gerado novas oportunidades de consumo e experiência com a marca através de conteúdos online.

Embora seja de vital importância essa rapidez de acesso a cultura e informação, levantamos também a bandeira do analógico. E isso no sentido positivo que o olhar no olho, tocar, sentir o cheiro e vivenciar de forma plena um momento físico pode gerar.

A experiência vivencial de estar em um teatro, um show ao vivo ou qualquer atividade cultural permite uma vivencia plena do ser. E isso o universo digital jamais seja capaz de reproduzir. Nada daquele discurso de “no meu tempo era diferente…”, mas é fundamental as marcas estarem atentas para o futuro sem esquecer da importância que o ao vivo pode gerar.

Certamente os principais momentos da sua vida foram presenciais. Aqueles que viveram a experiência de ver o seu filho nascer, jamais trocariam aquele momento vivencial por algo atrás da tela. A sonoridade, o toque, o cheiro… ser analógico é bom e isso se aplica também ao consumo de cultura e investimento em marketing promocional.

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